Ato político denuncia nomes dos “escravagistas” no Brasil
Sex, 28 de Maio de 2010 13:38
161 cruzes com o nome dos escravagistas do Brasil foram fincadas no gramado do Congresso Nacional, em Brasília (DF). O ato político realizado na tarde desta quinta-feira (27), marcou o encerramento do 1º Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
O ato político na tarde desta quinta-feira (27), em frente ao Congresso Nacional, marcou o encerramento do 1º Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
Em meio a discursos, poesia e música, os manifestantes fincaram cruzes no gramado com o nome dos 161 escravagistas do Brasil, que tem seus nomes na lista suja do Ministério do Trabalho.
Veja aqui a lista completa dos escravagistas
Nos discursos, a tônica era a exigência para que a Câmara dos Deputados aprove a chamada PEC do Trabalho Escravo. A Proposta de Emenda Constitucional 438, de 2001, prevê o confisco das terras onde for flagrada a prática de trabalho escravo e a distribuição delas com os trabalhadores vítimas dessa prática.
O ato foi aberto com apresentação do resumo das resoluções aprovadas no encontro. O ator global, Leonardo Vieira, que representava o Movimento Humanos Direitos (MHuD), fez a leitura do documento.
As falas foram intercaladas pela leitura do nome dos escravagistas. Os mestres de cerimônia destacaram que “é com tristeza e insatisfação que se vive em um país onde ainda existe trabalho escravo.” E citou o nome de alguns deles:
Carlos Gualberto de Sales, do Maranhão
Carlos Luiz dos Santos, do Pará
Vasconcelos Bonfim, do Mato Grosso
Cia Melhoramentos do Oeste da Bahia
João Pedro Stédile, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Via Campesina, em sua fala, destacou que “essa prática não é de fazendeiros atrasados, de botas sujas de bosta de vaca, a prática do trabalho escravo é de grandes usinas de cana de açúcar, como a usina de Campos denunciada recentemente pelo Ministério Público, que fica a menos de 300 Km do Rio de Janeiro.”
Ele disse ainda que a manifestação era para chamar atenção da opinião pública para o problema e os meios de comunicação que, ao esconderem o trabalho escravo, contribuem para que ele continue. “A TV Globo deve criar vergonha na cara e por na ‘telinha’ quem são os fazendeiros que praticam trabalho escravo no Brasil.”
Roseli de Souza, do Movimento de Pequenos Agricultores, deixou o repúdio contra os que ainda escravizam trabalhadores nesse país, enfatizando a palavra que fez parte de todas as falas: vergonha.
“É uma vergonha para um país como o nosso acontecer esse tipo de coisa”, E conclamando os manifestantes, pediu ‘vivas’ para os trabalhadores e ‘vaias’ para os escravagistas. E encerrou dizendo que a luta é em defesa de um país que todos e todas terão direito a um trabalho digno.
Os mestres de cerimônia continuaram a leitura do nome dos escravagistas para que a sociedade brasileira saibam que são e a quem devem combater:
Marcos Antônio Eleutério Neto, da Fazenda Garupa do Pará
Maria Castro de Sousa, da Fazenda Pantanal do Tocantins
Frei Xavier Plassat, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), disse que esse dia, da entrega do abaixo-assinado, ocorrido nesta quarta-feira (26) (Ministros cobram aprovação da PEC do Trabalho Escravo), e da manifestação foi muito esperado:
“É o dia para conclamar o Congresso a ter vergonha na cara e amor no coração, que são os princípios que devem nortear a nossa luta e da nossa Constituição. Exigimos do Congresso que cumpra a Constituição do Brasil”, disse o religioso, lembrando que “o trabalho escravo não se resume a algumas irregulares trabalhistas, é crime vil, de lesa-humanidade, contra a dignidade e a liberdade da pessoa.
São 161 os latinfundiários e empresas na lista do Ministério do Trabalho que exploram trabalho, não apenas dos camponeses. Existem também empresas multinacionais com ação na Bolsa de Valores escravizando, disseram os mestres de cerimônia, prosseguindo com a leitura dos nomes:
Fazenda São Jorge e Nossa Senhora das Graças, de Santa Catarina
Energética do Cerrado Açúcar e ÁlcooL Ltda, de Goiás
A sociedade tem que conhecer a ‘lista suja’ desse país, que estão com os nome nas cruzes fincadas no gramado do Congresso Nacional, continuaram os mestre de cerimônia:
Max Neves Cangussu, da Fazenda Cangusso do Maranhão
Mayto Baptista de Rezende, da Fazenda Mimosa do Mato Grosso do Sul
Móveis Rueckl Ltda., da Fazenda Campo Grande de Santa Catarina
Para frei Sérgio Görgen, “o mais importante para ser dito aqui é o fato de nós, no ano de 2010, estarmos denunciando e mostrando o trabalho escravo no Brasil e pedindo que seja promulgada uma segunda lei de abolição da escravatura”, acrescentando que “isso é uma vergonha para todos nós e vergonha maior para nossas casas legislativas, de serem mais atrasadas que a princesa Isabel e o imperador Dom Pedro II.”
O senador José Nery (PSOL-PA), da Frente Parlamentar pela Erradicação do Trabalho Escravo, disse que a manifestação representa “o desejo e a força de milhares de brasileiros que estão engajados nessa batalha pelo fim do trabalho escravo no Brasil”.
Ele disse ainda que o encontro não deve ser uma série histórica de muitos encontros, “porque o nosso sonho e a nossa luta é que daqui a pouco tempo nós tenhamos condições de anunciar a cada brasileiro e a cada brasileira e ao mundo que nós somos território livre do trabalho degradante e do trabalho escravo.”
Leonardo Sakamoto, da Comissão Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, da Frente Parlamentar e da ONG Repórter Brasil, em meio aos manifestantes, anunciavam as medidas que serão adotadas a partir do encerramento do encontro para que a PEC seja aprovada.
A partir da entrega do abaixo-assinado, será intensificada a pressão sobre os parlamentares, principalmente os líderes partidários, para que aprovem na reunião do Colégio de Líderes, como propôs o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), a votação da matéria.
Ele acredita que sendo colocada em votação, a matéria, já aprovada no Senado, será também aprovada na Câmara. “É difícil um deputado que quer se reeleger se posicionar contra uma medida como essa, até para os ruralistas, que não são eleitos só com votos deles”, avalia.
As entidades e movimentos sociais envolvidos na luta pela erradicação do trabalho escravo vão também elaborar uma carta que será destinadas aos candidatos nessas eleições, para que se comprometam com o combate ao problema. “Vamos pedir assinatura deles para que não só se comprometam com a política existente, mas também a ampliação desses mecanismos, porque ainda temos dificuldades de aprovar medidas como essa, por isso é necessário o empenho de todos”, finalizou.
31 de maio de 2010
Veja fotos de vivência de formaçào de jovens agricultores no sertão, promovido pelo SERTA
As fotos estão disponíveis no site Jovem Rural - Blog, é só clicar na guia ao lado para ver.
Rejeição às mudanças no plano nacional de Direitos Humanos
Programa Nacional de Direitos Humanos - Nota Pública
Editor
Da Redação
PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS – Nota Pública:
Mudanças no PNDH 3: Governo cede aos setores conservadores e recua na garantia dos direitos humanos no país
A Plataforma Dhesca Brasil vem a público repudiar o Decreto nº 7.177, de 12 de maio de 2010, que altera e até mesmo revoga importantes ações previstas no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH. Trata-se de uma clara capitulação frente à pressão de setores conservadores da Igreja Católica, dos latifundiários, das poucas empresas que controlam a mídia e de setores anti-democráticos das forças armadas.
Para esses grupos, o Brasil deve continuar a ser um país de privilégios, desigual, racista, homofóbico e sexista. Um país onde jovens negros são mortos aos milhares, camponeses são mortos e expulsos de suas terras, mulheres são criminalizadas por recorrerem à prática de aborto e morrem por falta de atendimento médico e onde os setores do Exército e da Igreja, fazendeiros e os “donos da mídia” continuam com suas relações privilegiadas com o poder político, usufruindo de recursos públicos e pautando a agenda nacional. Esses setores nunca se sentirão contentes. Logo cobrarão novas alterações. Só descansarão quando conseguirem desvirtuar por completo o Programa, até torná-lo ineficaz. Esses setores se alimentam da pobreza e da desinformação. Mantêm seus privilégios históricos, com base na desigualdade social, que ainda é a marca de nossa sociedade.
O Programa é resultado de um processo plural de construção, que durou mais de dois anos e contou com a participação de milhares de pessoas e organizações em todo o Brasil, juntamente com representantes do poder público (poder legislativo, estados, municípios, ministério público, defensorias públicas). É triste ver um governo, que se diz de esquerda e que incentiva a participação popular, mas que cede tão rapidamente à pressão de grupos contrários ao aprofundamento da democracia com direitos humanos para todas e todos em nosso país.
Não é de se estranhar a posição do DEM contra o PNDH, partido este que promove no STF ações contra políticas afirmativas para a população negra, contra a demarcação de terras indígenas e quilombolas (ADI 3239) e cujo Senador Demóstenes Torres distorce a história, defendendo posições racistas e escravocratas em pleno século XXI.
É lamentável ver a posição oportunista do PSDB, que em seu governo elaborou as duas primeiras edições do PNDH. Em nota pública conjunta com o DEM, condena a “versão particularíssima de direitos humanos que o governo federal impingiu à Nação”. Esta versão é a mesma que o então presidente FHC reafirmou em 2002 ao publicar o PNDH II e é o compromisso assumido desde 1993 pelo Brasil, em Genebra, junto a comunidade internacional.
A Plataforma Dhesca, em conjunto com outras organizações e redes de direitos humanos no Brasil, defendem a integralidade do Programa, reconhecendo neste um importante instrumento de democratização do poder e garantia de direitos no país. Apesar do recuo do governo, não deixaremos de lutar para que os pontos modificados sejam efetivamente reconhecidos pelo Estado e por toda a sociedade brasileira.
Direitos humanos significam uma vida com dignidade e sem opressão para todos e todas. Nascemos livres e iguais em dignidade e direitos. Para tanto, queremos cobrar do governo federal, ações concretas para que as diretrizes previstas no PNDH sejam efetivamente implementadas. Ações que promovam educação de qualidade, saúde, acesso à terra, segurança pública, moradia, democratizem a informação, que combata à discriminação e as desigualdades existentes no país. Sonhamos com uma vida digna, com igualdade e liberdade, para todas/as. É para isso que lutamos e vamos sempre continuar lutando.
Plataforma Dhesca Brasil;
Curitiba, 14 de maio de 2010.
Mais informações:
Plataforma Dhesca Brasil – Rede Nacional de Direitos Humanos
Contato para entrevistas: Alexandre Ciconello (61) 3212-0200/ Andressa Caldas (21) 2544-2320/ Darci Frigo (41) 3232-4660.
Fonte:Plataforma Dhesca Brasil – Rede Nacional de Direitos Humanos
Editor
Da Redação
PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS – Nota Pública:
Mudanças no PNDH 3: Governo cede aos setores conservadores e recua na garantia dos direitos humanos no país
A Plataforma Dhesca Brasil vem a público repudiar o Decreto nº 7.177, de 12 de maio de 2010, que altera e até mesmo revoga importantes ações previstas no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH. Trata-se de uma clara capitulação frente à pressão de setores conservadores da Igreja Católica, dos latifundiários, das poucas empresas que controlam a mídia e de setores anti-democráticos das forças armadas.
Para esses grupos, o Brasil deve continuar a ser um país de privilégios, desigual, racista, homofóbico e sexista. Um país onde jovens negros são mortos aos milhares, camponeses são mortos e expulsos de suas terras, mulheres são criminalizadas por recorrerem à prática de aborto e morrem por falta de atendimento médico e onde os setores do Exército e da Igreja, fazendeiros e os “donos da mídia” continuam com suas relações privilegiadas com o poder político, usufruindo de recursos públicos e pautando a agenda nacional. Esses setores nunca se sentirão contentes. Logo cobrarão novas alterações. Só descansarão quando conseguirem desvirtuar por completo o Programa, até torná-lo ineficaz. Esses setores se alimentam da pobreza e da desinformação. Mantêm seus privilégios históricos, com base na desigualdade social, que ainda é a marca de nossa sociedade.
O Programa é resultado de um processo plural de construção, que durou mais de dois anos e contou com a participação de milhares de pessoas e organizações em todo o Brasil, juntamente com representantes do poder público (poder legislativo, estados, municípios, ministério público, defensorias públicas). É triste ver um governo, que se diz de esquerda e que incentiva a participação popular, mas que cede tão rapidamente à pressão de grupos contrários ao aprofundamento da democracia com direitos humanos para todas e todos em nosso país.
Não é de se estranhar a posição do DEM contra o PNDH, partido este que promove no STF ações contra políticas afirmativas para a população negra, contra a demarcação de terras indígenas e quilombolas (ADI 3239) e cujo Senador Demóstenes Torres distorce a história, defendendo posições racistas e escravocratas em pleno século XXI.
É lamentável ver a posição oportunista do PSDB, que em seu governo elaborou as duas primeiras edições do PNDH. Em nota pública conjunta com o DEM, condena a “versão particularíssima de direitos humanos que o governo federal impingiu à Nação”. Esta versão é a mesma que o então presidente FHC reafirmou em 2002 ao publicar o PNDH II e é o compromisso assumido desde 1993 pelo Brasil, em Genebra, junto a comunidade internacional.
A Plataforma Dhesca, em conjunto com outras organizações e redes de direitos humanos no Brasil, defendem a integralidade do Programa, reconhecendo neste um importante instrumento de democratização do poder e garantia de direitos no país. Apesar do recuo do governo, não deixaremos de lutar para que os pontos modificados sejam efetivamente reconhecidos pelo Estado e por toda a sociedade brasileira.
Direitos humanos significam uma vida com dignidade e sem opressão para todos e todas. Nascemos livres e iguais em dignidade e direitos. Para tanto, queremos cobrar do governo federal, ações concretas para que as diretrizes previstas no PNDH sejam efetivamente implementadas. Ações que promovam educação de qualidade, saúde, acesso à terra, segurança pública, moradia, democratizem a informação, que combata à discriminação e as desigualdades existentes no país. Sonhamos com uma vida digna, com igualdade e liberdade, para todas/as. É para isso que lutamos e vamos sempre continuar lutando.
Plataforma Dhesca Brasil;
Curitiba, 14 de maio de 2010.
Mais informações:
Plataforma Dhesca Brasil – Rede Nacional de Direitos Humanos
Contato para entrevistas: Alexandre Ciconello (61) 3212-0200/ Andressa Caldas (21) 2544-2320/ Darci Frigo (41) 3232-4660.
Fonte:Plataforma Dhesca Brasil – Rede Nacional de Direitos Humanos
Maria Guerra, de Delmiro, da PJMP, no Rio de Janeiro em atividade da REJU
A REDE ECUMÊNICA DA JUVENTUDE está participando do forum pela paz mundial no Rio de Janeiro. Uma das pessoas que estão neste evento é Maria Guerra. Ela deverá trazer informações para nós. Fiquem de olho!
Oscar Alan, de Pão de Açúcar, informa sobre Dia da Agricultura Familiar
Dia 1o. de junho realizado pelo BNB, em parceria com a CONTAG, Territórios, FETAG, STTR's e Entidades sociais o dia da Agricultura Familiar, onde na oportunidades os agricultores levarão seu produtos, havará palestra e tudo mais. Se apresentarão, também peças de artesanato. Algumas famílias de Pão de Açúcar levarão produtos agrícolas, principalmente os que estão perto de fornecer para a merenda escolar do município. O evento ocorrerá no município de Batalha, cidade polo do Território da Bacia Leiteira. As atividades terão início às 9h.
28 de abril de 2010
28 de abril, dia da caatinga!
O padrão de desmatamento observado na Caatinga é pulverizado, o que dificulta as ações de combate à prática. Segundo Luciano Menezes, diretor de Proteção Ambiental do Ibama, o monitoramento tem sido fundamental para a elaboração de um plano de combate ao desmatamento e de mitigação de seus efeitos. Por determinação da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o PPCaatinga deve sair do papel até o final deste semestre.
Entre as ações de mitigação previstas, estão incluídas a recuperação de solos e microbacias, o reflorestamento e as linhas de crédito para combate à desertificação. A tecnologia sustentável aliada aos conhecimentos tradicionais do sertanejo no trato com o bioma também podem ser fortes aliados no controle do desmate, de acordo com o diretor Mauro Pires.
Valorizar os produtos da sociobiodiversidade, criar mecanismos de financiamento de atividades sustentáveis e implementar o manejo dos recursos madeireiros e não madeireiros estão também entre as alternativas propostas.
Leia mais: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=5741
Entre as ações de mitigação previstas, estão incluídas a recuperação de solos e microbacias, o reflorestamento e as linhas de crédito para combate à desertificação. A tecnologia sustentável aliada aos conhecimentos tradicionais do sertanejo no trato com o bioma também podem ser fortes aliados no controle do desmate, de acordo com o diretor Mauro Pires.
Valorizar os produtos da sociobiodiversidade, criar mecanismos de financiamento de atividades sustentáveis e implementar o manejo dos recursos madeireiros e não madeireiros estão também entre as alternativas propostas.
Leia mais: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=5741
DIVULGUE E ASSINE A PETIÇÃO DA CAMPANHA OPARÁ
O Rio São Francisco é a fonte de vida mais importante do semi-árido do Nordeste brasileiro, hospedando nas suas margens povos indígenas, comunidades quilombolas e pescadores tradicionais que dependem dele para viver. As 7 barragens e hidrelétricas construídas ao longo do rio, junto com os grandes empreendimentos de agronegócio, já diminuíram 95% da vegetação e muitos peixes nativos e destruíram o ciclo da vazante que regulava as atividades produtivas das populações.
O projeto de transposição do curso do rio, capitaneado pelo governo brasileiro, ameaça a vida do rio e dos povos tradicionais que desde sempre o respeitam e defendem. As águas transpostas serão privatizadas e destinadas ao agronegócio e a indústrias pesadas para beneficiar latifundiários e empresas multinacionais. Apenas 4% das águas serão destinadas à população do semi-árido.
Nós, 33 povos indígenas do Nordeste impactados com o projeto de transposição das águas do Rio Opará (Rio-Mar), conhecido como rio São Francisco, queremos ver respeitados nossos direitos e garantir a plenitude de nossos territórios e de nosso Rio, Pai e Mãe da Nação Indígena. Não desistimos de lutar por sua revitalização e contra a transposição.
Contamos com seu apoio. Assine nossa petição para o Supremo Tribunal Federal ou envie a carta por correio, para que seja respeitado o direito de sermos consultados. Para saber mais leia o relatório "Povos Indígenas do Nordeste impactados com a transposição do Rio São Francisco"
Pela democratização do acesso à água. Pela vida do rio São Francisco e de seus povos!
Articulação dos Povos e das Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo-APOINME
IMPORTANTE:
O link para a assinatura on-line da petição é esse: http://www.apoinme.org.br/index.php?option=com_jforms&view=form&id=3&Itemid=69.
Você pode também baixar no site da APOINME um abaixo-assinado (disponível em quatro idiomas) e imprimir frente-verso (o texto sempre tem que estar junto na mesma folha com as assinaturas) para colheita de assinaturas até o acampamento Terra Livre, que acontecerá em Brasília entre os dias 6 e 11 de Junho, dias em que é prevista a entrega oficial das assinaturas protocoladas no STF. As folhas tem que ser enviadas até o final de maio para o CIMI-Nacional: CIMI - Secretaria Nacional, SDS Ed. Venâncio III Salas 3009 a 314, Brasília - DF - Brasil CEP: 70393-902.
O projeto de transposição do curso do rio, capitaneado pelo governo brasileiro, ameaça a vida do rio e dos povos tradicionais que desde sempre o respeitam e defendem. As águas transpostas serão privatizadas e destinadas ao agronegócio e a indústrias pesadas para beneficiar latifundiários e empresas multinacionais. Apenas 4% das águas serão destinadas à população do semi-árido.
Nós, 33 povos indígenas do Nordeste impactados com o projeto de transposição das águas do Rio Opará (Rio-Mar), conhecido como rio São Francisco, queremos ver respeitados nossos direitos e garantir a plenitude de nossos territórios e de nosso Rio, Pai e Mãe da Nação Indígena. Não desistimos de lutar por sua revitalização e contra a transposição.
Contamos com seu apoio. Assine nossa petição para o Supremo Tribunal Federal ou envie a carta por correio, para que seja respeitado o direito de sermos consultados. Para saber mais leia o relatório "Povos Indígenas do Nordeste impactados com a transposição do Rio São Francisco"
Pela democratização do acesso à água. Pela vida do rio São Francisco e de seus povos!
Articulação dos Povos e das Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo-APOINME
IMPORTANTE:
O link para a assinatura on-line da petição é esse: http://www.apoinme.org.br/index.php?option=com_jforms&view=form&id=3&Itemid=69.
Você pode também baixar no site da APOINME um abaixo-assinado (disponível em quatro idiomas) e imprimir frente-verso (o texto sempre tem que estar junto na mesma folha com as assinaturas) para colheita de assinaturas até o acampamento Terra Livre, que acontecerá em Brasília entre os dias 6 e 11 de Junho, dias em que é prevista a entrega oficial das assinaturas protocoladas no STF. As folhas tem que ser enviadas até o final de maio para o CIMI-Nacional: CIMI - Secretaria Nacional, SDS Ed. Venâncio III Salas 3009 a 314, Brasília - DF - Brasil CEP: 70393-902.
18 de abril de 2010
Nos dia 17 e 18 de abril de 2010, se reuniram jovens ligados aos PDA's - Programa de Desenvolvimento de Area ligados a Visao Mundia, para discutir Agroecologia e Desenvolvimento Sustentavel, em Arapiraca-AL. o evento contou com a presenca de 150 jovens rurais, que fazem partes de diversas organizacoes sociais.
durante o encontro aconterecem oficinas sobre, juventude e genero, teatro, economia solidaria, e redes. foi apresendada no encontro a Escola de Formacao em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentavel que esta sendo realizada na AAGRA - Associacao dos Agricultores Alternativos, onde vimos uma nova concepcao de ruralidade observada pela juventude a partir daquile curso. Como a escola deu certo, decidimos ampliar esse projeto para od demais PDA'S. Cada PDA, tera uma turma com aproximadamente 40 jovens a fim de desenvolver a pratica agroecologica e organizacao da producao!!
no oficina sobre rede decimos criar um grupo para a troca de informacoes e divulgacao dos nossos trabalhos, o nome do grupo e juventude sustentavel!!!
participantes da rede
a
durante o encontro aconterecem oficinas sobre, juventude e genero, teatro, economia solidaria, e redes. foi apresendada no encontro a Escola de Formacao em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentavel que esta sendo realizada na AAGRA - Associacao dos Agricultores Alternativos, onde vimos uma nova concepcao de ruralidade observada pela juventude a partir daquile curso. Como a escola deu certo, decidimos ampliar esse projeto para od demais PDA'S. Cada PDA, tera uma turma com aproximadamente 40 jovens a fim de desenvolver a pratica agroecologica e organizacao da producao!!
no oficina sobre rede decimos criar um grupo para a troca de informacoes e divulgacao dos nossos trabalhos, o nome do grupo e juventude sustentavel!!!
participantes da rede
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Oscar Allan G. dos Santos
9 de abril de 2010
Alex Axé contribui para a articulação da juventude rural em Belém do São Francisco
Alexandro informou que na semana de 1o. de abril esteve em contato com a diretoria do STTR de Belém do São Francisco, PE. Naquela ocasião decidiram reanimar as ações com a juventude camponesa daquela região. Esta é uma decisão da diretoria, que marcou um retorno do jovem Alex Axé para a próxima semana (a partir de 15 de abril).
O jovem também elaborou uma paródia para o Festiva de Juventude, da FETAPE, a pedido da coordenadora de Mulheres e Jovens do Pólo Sindical dos Trabalhadores Rurais do Submédio São Francisco. Aqui no Blog, em primeira mão:
O Sertão é meu lugar (Paródia)
Música Sobradinho
Sou sertanejo do sertão do São francisco
Tenho uma cultura rica vim aqui para mostrar
A nossa terra onde o sol é bem mais quente
E nem por isso nossa gente tem medo de enfrentar
Pois somos fortes acordamos bem cedinho
Ao cantar dos passarinhos vou pra roça trabalhar
O Sertão é meu lugar, falo com emoção
Vivemos com alegria, maravilha é o sertão
Somos de lá e amo de paixão
O Rio São Francisco também fica no sertão
Tem vaquejada, tem forró e arrasta-pé
Dança menino e menina, dança homem e mulher
O carnaval lá também é de primeira
Nossa crença é verdadeira, rezamos com muita fé
E o sindicato defende o agricultor
O Polo de Petrolândia tem sua força e seu valor
O sertão é meu lugar...(refrão)
O jovem também elaborou uma paródia para o Festiva de Juventude, da FETAPE, a pedido da coordenadora de Mulheres e Jovens do Pólo Sindical dos Trabalhadores Rurais do Submédio São Francisco. Aqui no Blog, em primeira mão:
O Sertão é meu lugar (Paródia)
Música Sobradinho
Sou sertanejo do sertão do São francisco
Tenho uma cultura rica vim aqui para mostrar
A nossa terra onde o sol é bem mais quente
E nem por isso nossa gente tem medo de enfrentar
Pois somos fortes acordamos bem cedinho
Ao cantar dos passarinhos vou pra roça trabalhar
O Sertão é meu lugar, falo com emoção
Vivemos com alegria, maravilha é o sertão
Somos de lá e amo de paixão
O Rio São Francisco também fica no sertão
Tem vaquejada, tem forró e arrasta-pé
Dança menino e menina, dança homem e mulher
O carnaval lá também é de primeira
Nossa crença é verdadeira, rezamos com muita fé
E o sindicato defende o agricultor
O Polo de Petrolândia tem sua força e seu valor
O sertão é meu lugar...(refrão)
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