10 de fevereiro de 2011

Reunião da CEJTTR da FETAG/AL

Nos dias 01 e 02 de fevereiro de 2011 hou reunião da Comissão Estadua de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais da FETAG/AL.

Na Reunião avaliamos as atividades desenvolvidas pelas secretarias de jovens da CONTAG, FETAG e STTR's de AL, além das Coordenações de Jovens dos Pólos Sindicais de Alagoas. Além de avaliar a atuação em 2011, definimos objetivos e metas para 2011, algumas como: Instimular a criação dos Grupos de Estudo Sindicais - GES, criar e fortalecer as comissões de jovens nos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Criar Comissão de Jovens nos Pólos Sindicais, Realizar Seminários que envolvam as discussões e importência dos jovens diante do contexto do MSTTR.

Na oportunidade ainda nos foi apresentado o projeto da FETAG/AL junto a Petrobrás, que visa trabalhar a formação com 600 jovens no estado, um projeto de aproximadamente R$1.600.000,00 com duração de 2 anos.

segundo o Carlos Dias, Coordenador Geral do projeto, as formações se darão com grupos de 15 jovens a ser definidos os critério de participação, na reunião nós membros da comissão estadual colocamos a sugestão da gente ser a primeira turma do projeto, já que nas definições do projeto a comissão tem o papel de monitorar, sugerir e interferir nas decisões, para isso precisamos estar preparados.

foi lembrado na reunião que nos dias 17 e 18 de fevereiro haverá o Encontro Estadual de Formação - ENEFOR, nele estarão presentes todos de Alagos que participaram da Escola Nacional de Formação da CONTAG - ENFOC.

Após encerramos a primeira reunião da Comissão Estadual de Jovens Trabalhadores e Trabaladoras Rurais da FETAG/AL

4 de fevereiro de 2011

Ano Internacional das Florestas


31/01/2011 - ONU declara 2011 Ano Internacional das Florestas

Com o intuito de alertar a população mundial a respeito da importância das matas, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas e escolheu como mote o tema “Florestas para o povo”.

A ONU quer incentivar a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, preservando a biodiversidade, combatendo o desmatamento ilegal, o crescimento da caça e evitando o agravamento das mudanças climáticas, relata o repórter Rogério Ferro, em matéria para o Instituto Akatu.

Dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente mostram que as florestas cobrem 31% da área terrestre do planeta, abrigam 300 milhões de pessoas, respondem pela sobrevivência de 1,6 bilhão de habitantes do planeta e por 80% da biodiversidade da Terra. Em 2004, o comércio mundial de produtos florestais movimentou 588,8 bilhões de reais.

Dos 5,5 milhões de quilômetros quadrados da área total da floresta amazônica, a maior da Terra, 60% estão localizados em território brasileiro.

O Ministério do Meio Ambiente estimou que pode chegar a 90% o consumo de madeira ilegal tirada da Amazônia do total comercializado no Brasil em 2008.

Mas há outras atividades que ameaçam florestas nacionais. A expansão de pastagens é um dos principais motivos para a derrubada de matas nativas. Entre dezembro de 2003 a dezembro de 2006, 96% dos 10 milhões de novos animais adicionados às fazendas brasileiras pastavam em áreas que um dia já foram florestas!

Também a expansão da fronteira agrícola dá-se a custas do desmatamento. A cultura da soja ocupou 21,3 milhões de hectares em 2008, o que corresponde a 45% de toda a lavoura brasileira de grãos. Dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) indicam que 5% da produção de soja brasileira é procedente de terras localizadas no bioma amazônico.

fonte da notícia: ALC

Ações em 2011 começarão em março

KOINONIA manterá, em 2011, a articulação com o Pólo Sindical das Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais do Submédio São Francisco(Bahia e Pernambuco) e com a Coppabacs (Alagoas), tendo como ator social a juventude camponesa, para a formação político-organizativa e em ações socioculturais. No ano de 2011 serão concluídas as últimas etapas do curso de formação de agentes culturais que aconteceram nas cidades de Barra e Rodelas (BA); Orocó e Santa Maria (Pernambuco), Delmiro Gouveia Alagoas) e Pão de Açúcar e região (Alagoas). Em março haverá encontros dos coletivos de jovens e um encontrão de preparação para uma atividade do projeto que tratará do tema das mudanças climáticas. Fiquem atentas e atentos!

23 de novembro de 2010

Carta da REJU na 4ª Jornada Ecumênica





PALAVRAS DAS JUVENTUDES ECUMÊNICAS (19/11/2010)
REJU

“E vossos jovens terão visões”
(Joel 2.28)

As Juventudes participantes da 4ª Jornada Ecumênica, reunidas em Itaici (São Paulo), representadas por meio de diversos movimentos, espaços eclesiais, redes e instituições não-governamentais - mobilizadas pela Rede Ecumênica da Juventude (REJU) – saúdam as(os) coordenadores desta 4ª Jornada. Especialmente, festejamos a intensa presença das(os) jovens em diversos espaços de discussão, debate, partilha e liderança. Com esta novidade, irmãs e irmãos, apesar do conservadorismo de algumas comunidades de fé, sinal de um retrocesso, e das crises de organismos ecumênicos, nós confiamos que a trajetória deste movimento – que celebra cem anos da Conferência de Edimburgo - continua em construção e fortalecimento!
Somos pro-vocadas(os), com o pensamento crítico e a ousadia próprias das juventudes, a continuar afirmando a utopia de uma casa habitável para todas as pessoas. Assumimos que a justiça permanece no coração de nossa fé e a diversidade de espiritualidades é o vento que nos movimenta em seus (a)braços. As nossas marcas, os nossos rostos, nossas vozes e lutas evidenciam que a prática ecumênica de nossas juventudes acontece na pluralidade de nossos corpos, de nossos encontros e de nossa fé. Nossa realidade exige críticas e práticas contrárias às relações econômicas excludentes, que sacrificam nos altares do consumo os corpos empobrecidos e vitimizam as juventudes. Diante deste contexto, propomo-nos a trabalhar em prol de uma economia solidária, participativa e justa, na defesa da criação e da dignidade humana. Enfatizaremos e nos organizaremos para a maior inserção das juventudes em conselhos compostos pela sociedade civil e instâncias governamentais, para promover e monitorar políticas públicas em favor da justiça em nosso País. Sonhamos com a integração de nossa “Afro-ameríndia”, sinalizada nesta Jornada Ecumênica com jovens de diversos países. Esperamos que as articulações entre o nosso povo, nossa gente, se fortaleçam e se ampliem.
As juventudes aqui presentes – facilitadas pela REJU em suas mais diversas regiões – abraçam os compromissos da 4ª Jornada Ecumênica e oferecem outros quatro compromissos de atuação nacional para 2011, o ano internacional da Juventude:
1. Realizar, em organizações pertencentes à REJU, uma campanha contra o extermínio das juventudes, tendo como agentes do processo as(os) jovens pertencentes à rede ecumênica;
2. Promover uma campanha, com produção de textos e vídeos criados pelas(os) jovens, em combate à intolerância religiosa, sendo realizada em comunidades de fé e em institutos educacionais;
3. Acompanhar e fiscalizar - nos conselhos e fóruns juvenis, especialmente no CONJUVE - as políticas públicas para as juventudes realizadas pelo Governo Federal.
4. Articular conferências livres de juventudes em comunidades de fé, movimentos e organizações sociais e organismos ecumênicos, buscando a participação das(os) jovens ecumênicas(os) na 2ª Conferência Nacional de Juventude.
Por fim, afirmamos a esperança de um novo tempo para todas as pessoas e para toda a terra habitável em dignidade e justiça, a partir do texto de Joel 2. 28-29: “Eu derramarei o meu Espírito sobre toda carne: e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão; os vossos velhos sonharão; e os vossos jovens terão visões...”
Amém, Axé, Ta upeicha.
Itaici, São Paulo, 15 de novembro de 2010.

9 de novembro de 2010

CURSO DE AGENTES CULTURAIS JOVENS RURAIS DA BACIA LEITEIRA

Nos dia 29 e 30 de outubro de 2010, foi realizado o primeiro módulo do curso de agentes culturais jovens no território da Bacia Leiteira Alagoana.

O recurso financeiro para o curso foi adquirido através de um projeto da câmara temática de juventude do território da Bacia Leiteira de Alagoas.

Participaram do curso 46 jovens dos municípios de Pão de Açúcar, Palestina, Olho D’Água das Flores, Monteirópolis e Jacaré dos Homens, homens e mulheres com faixa etária de 15 a 30 anos de idade. No curso conversamos sobre identidade dos jovens no contexto de territorialidade no primeiro dia e construímos a partir da conversa um painel com perfil das juventudes de cada município, além de identificar também as organizações de juventudes existente no nosso território.

No segundo dia discutimos sobre temáticas transversais com as seguintes oficinas: Cultura, Políticas Públicas para a Juventude – PPJ, Etnia e Geração, Gênero e Esporte e lazer. As oficinas foram facilitadas pelos jovens Voluntários do NUDEC e jovens do STTR de Pão de Açúcar e da FETAG /AL.

Os jovens do curso selecionaram 10 integrantes para participar do comitê de Juventude do Colegiado Territorial da Bacia Leiteira Alagoana.

Com encaminhamentos ficou o prazer de casa “atividades Inter-módulo”, um questionário para ser feito um diagnóstico pelos jovens em suas comunidades.

Em seguida avaliamos e encerramos o primeiro módulo, às 16:20h.


JUVENTUDES NO COMITÊ SOCIALIZANDO O SABER

Os jovens de alagoas

Da bacia leiteira em especial

Encontram-se dialogando

Sobre o colegiado territorial

Para juntos rearticularem

O comitê da juventude setorial

Com iniciativa do NUDEC

Entidade responsável

que ajuda a juventude

Descobrir e assumir

sua verdadeira identidade

ajudando muitos jovens, do campo e da cidade

o sindicato de Pão de Açúcar

também de grande expressão

ajudou o NUDEC

nessa importante missão

para juntos atingir

o objetivo desta ação

Temos Também KOINONIA

que não cansa de nos ajudar

promovendo ou apoioando

a formação popular

não podemos esquecer do grande MDA

que nos últimos 8 anos não parou de nos ajudar

espero que e analisemos e votemos

na melhor proposta que há

pois assim continuaremos

a democracia popular

articulando todo o povo

nos colegiados territoriais

dando oportunidade a mulheres

e a juventude cada vez mais

para assim usufruir

dos benefícios estatais

esse é mais um encontro

para formar lideranças juvenil

pois apostamos na formação

como instrumento de libertação

para as juventudes desta nação

para juntos afirmarmos

nossos direitos de cidadão

por isso é muito importante

a troca de informação

para criarmos estratégia

inserção e participação

no comitê de juventude

do colegiado territorial

e trazermos projetos

para o bem comum social

contamos também com a participação

de duas figuras especiais

elas são do médio sertão

território nosso vizinho

mas isso diferença não faz

pois somos todos jovens

em busca de cidadania e paz

as discussões foram boas

a juventude aprendeu

gostou e se fortaleceu

agora é só participar

para juntos construir

um Brasil mais popular

por isso juventudes

da bacia leiteira e do médio sertão

não vamos parar por aqui

vamos promover militância

e mostrar para o Brasil

que os jovens têm importância

para finalizar

trago uma ótima idéia

de participarmos dos territórios

lutando por nossos ideais

e mostrando que com coletividade

a democracia se faz.

Impoeiras, Pão de Açúcar – AL, 30 de outubro de 2010

Oscar Alan Gomes dos Santos

6 de novembro de 2010

Lançamento do Livro Fotográfico "O Rio São Francisco e as Águas no Sertão"

O fotógrafo João Zinclar lançará no próximo dia 12 de novembro, no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas, em São Paulo, o livro fotográfico "O Rio São Francisco e as Águas no Sertão. No ato do lançamento haverá o debate "Água: Direito ou Mercadoria", com a presença de Vicente Andreu, diretor-presidente da ANA e Roberto Malvezzi, da CPT. O evento terá início às 19 horas.

notícia do site da CP nacional.

Faltam cinco dias para o início da 4ª Jornada Ecumênica

Sobre a enquete

A primeira enquete do Blog teve participação pequena. Apena 11 pessoas respondentes. O tema foi o "toque de recolher" ou "acolher". O conjunto estava muito dividido entre a aprovação e reprovação da medida. Isso indica necessidade de maior debate sobre a mesma, ao menos para estas onze criaturas que cravaram uma alternativa.

Nazaré voltou da terra do frio, chegou da Noruega

Nazaré, nossa educadora popular jovem, que trabalhou em formação com os agentes culturais, retornou da Noruega. Lembram, ela foi lá pelo fato de termos um projeto que se inicia em 2011 e seguirá até 2015 para a afirmação dos direitos da juventude, direito à cidade e promoção de ações para a mitigação e reparação dos efeitos das mudanças climáticas. O projeto é para ser desenvolvido articulando Salvador, Paulo Afonso e Delmiro Gouveia, mais os seus entornos. Nazaré chegou dia 29 de outubro e no dia 31 votou na Dilma...


O que você achou da ida à Noruega?


Lá foi muito bom. A última palestra foi para duas turmas de 400 jovens. Teve gente que saiu muito comovida, até chorou. Todo mundo dizia que valia muito apoiar um projeto como este nosso.


O que você fez no Dia de Trabalho (OD em norueguês é abreviação de dia de trabalho)?


O grupo que estava saiu cantando pelas praças de Oslo. O pessoal contribuía com a gente. Chovia muito e fazia um frio danado. No meio da chuva quase nem sentia mais minha mão, estava congelando... Foi muito bom, até com este frio.


Que avaliação você tira da experiência?


A avaliação que fizemos lá teve um ponto pesado: eles chamaram gente que não era do Brasil para falar do Brasil, e a gente lá... Também teve pouca participação para conhecer os nossos projetos... Porém, o conjunto das coisas foi muito bom.

12 de outubro de 2010

Manifesto da Via Campesina em favor de Dilma.

progressistas da Igreja em favor da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, começou a ser articulada esta semana e, na próxima, ganham as ruas dois manifestos em favor da petista. Um deles, assinado pela Via Campesina e outros movimentos sociais, conclama "a militância de todos os movimentos sociais" a se engajarem na campanha para a eleição de Dilma. "Precisamos derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitista e fascistas do país", diz o manifesto, que vai coletar adesões até amanhã.
A reportagem é de Maria Inês Nassif, publicada no jornal Valor, sob o título "Via Campesina arma contraofensiva".
O outro documento está sendo preparado por grupos progressistas da Igreja Católica e protestante, para se contrapor à ação de setores religiosos que, às vésperas do primeiro turno, fizeram campanha anti-Dilma e anti-PT, sob o argumento de que candidata e partido eram "abortistas".
A nota que será oficializada pelos movimentos sociais, ao fazer uma análise do primeiro turno das eleições, chega à conclusão de que os setores sociais progressistas tiveram vitórias, não apenas nas eleições parlamentares "e na reeleição de governadores progressistas", mas com a derrota eleitoral de Yerda Crusius (PSDB), no Rio Grande do Sul, que manteve um governo de "criminalização dos movimentos sociais". Não poupou críticas a nenhum dos candidatos à Presidência - à Dilma, pela falta de debate de projetos que interessam efetivamente à população, e à Serra, "pelo baixo nível de sua campanha presidencial". "A biografia do candidato já é a maior derrotada nessas eleições", diz a nota.
Em relação a Marina Silva, candidata do PV no primeiro turno - que tem uma histórica ligação com os movimentos sociais -, o documento foi implacável. "Quanto à candidatura de Marina Silva, cumpriu o objetivo a que se propôs: o de provocar um segundo turno nessa campanha eleitoral. O tempo dirá se o seu êxito serviu para fortalecer a democracia ou foi utilizado para que as forças conservadoras retornassem ao poder."
O documento articulado pela Via Campesina reitera sua posição de autonomia em relação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, cujos avanços "foram insuficientes, em que pese os acertos de sua política externa". O candidato do PSDB, José Serra, todavia, é colocado como "inimigo das bandeiras de luta" populares, pela sua atuação à frente do governo paulista e pelos oito anos dos governos tucanos deFernando Henrique Cardoso. "Pelo caráter antidemocrático e antipopular dos partidos que compõem a sua (de Serra) aliança eleitoral e por sua personalidade autoritária, estamos convictos que uma possível vitória sua (de Serra) significará um retrocesso aos movimentos sociais e populares em nosso país e para as conquistas democráticas no continente, e maior subordinação ao império estadunidense", justifica o documento.
Até agora, aderiram a essa posição a Via Campesina, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), o Sindicato dos Engenheiros do Paraná, a Marcha Mundial das Mulheres, o Centro de Estudos Barão de Itararé e a Uneafro. Segundo fonte envolvida nessas articulações, correntes do PSOL e movimentos ambientalistas ligados à Marina mostraram interesse em aderir ao movimento, mas devem esperar posição de seus partidos.
O documento é o primeiro passo de uma estratégia de mobilização dos setores sociais em favor de Dilma. O segundo momento é o envolvimento das bases dos movimentos na campanha do segundo turno, em favor de Dilma. Ainda assim, apesar da adesão à petista, os movimentos reiteram "a autonomia política frente aos governos".

Enviado por Damião Matos, STTR de Ouro Branco, AL.