|
23 de novembro de 2010
Carta da REJU na 4ª Jornada Ecumênica
9 de novembro de 2010
CURSO DE AGENTES CULTURAIS JOVENS RURAIS DA BACIA LEITEIRA
Nos dia 29 e 30 de outubro de 2010, foi realizado o primeiro módulo do curso de agentes culturais jovens no território da Bacia Leiteira Alagoana.
O recurso financeiro para o curso foi adquirido através de um projeto da câmara temática de juventude do território da Bacia Leiteira de Alagoas.
Participaram do curso 46 jovens dos municípios de Pão de Açúcar, Palestina, Olho D’Água das Flores, Monteirópolis e Jacaré dos Homens, homens e mulheres com faixa etária de 15 a 30 anos de idade. No curso conversamos sobre identidade dos jovens no contexto de territorialidade no primeiro dia e construímos a partir da conversa um painel com perfil das juventudes de cada município, além de identificar também as organizações de juventudes existente no nosso território.
No segundo dia discutimos sobre temáticas transversais com as seguintes oficinas: Cultura, Políticas Públicas para a Juventude – PPJ, Etnia e Geração, Gênero e Esporte e lazer. As oficinas foram facilitadas pelos jovens Voluntários do NUDEC e jovens do STTR de Pão de Açúcar e da FETAG /AL.
Os jovens do curso selecionaram 10 integrantes para participar do comitê de Juventude do Colegiado Territorial da Bacia Leiteira Alagoana.
Com encaminhamentos ficou o prazer de casa “atividades Inter-módulo”, um questionário para ser feito um diagnóstico pelos jovens em suas comunidades.
Em seguida avaliamos e encerramos o primeiro módulo, às 16:20h.
JUVENTUDES NO COMITÊ SOCIALIZANDO O SABER
Os jovens de alagoas
Da bacia leiteira em especial
Encontram-se dialogando
Sobre o colegiado territorial
Para juntos rearticularem
O comitê da juventude setorial
Com iniciativa do NUDEC
Entidade responsável
que ajuda a juventude
Descobrir e assumir
sua verdadeira identidade
ajudando muitos jovens, do campo e da cidade
o sindicato de Pão de Açúcar
também de grande expressão
ajudou o NUDEC
nessa importante missão
para juntos atingir
o objetivo desta ação
não podemos esquecer do grande MDA
que nos últimos 8 anos não parou de nos ajudar
espero que e analisemos e votemos
na melhor proposta que há
pois assim continuaremos
a democracia popular
articulando todo o povo
nos colegiados territoriais
dando oportunidade a mulheres
e a juventude cada vez mais
para assim usufruir
dos benefícios estatais
esse é mais um encontro
para formar lideranças juvenil
pois apostamos na formação
como instrumento de libertação
para as juventudes desta nação
para juntos afirmarmos
nossos direitos de cidadão
por isso é muito importante
a troca de informação
para criarmos estratégia
inserção e participação
no comitê de juventude
do colegiado territorial
e trazermos projetos
para o bem comum social
contamos também com a participação
de duas figuras especiais
elas são do médio sertão
território nosso vizinho
mas isso diferença não faz
pois somos todos jovens
em busca de cidadania e paz
as discussões foram boas
a juventude aprendeu
gostou e se fortaleceu
agora é só participar
para juntos construir
um Brasil mais popular
por isso juventudes
da bacia leiteira e do médio sertão
não vamos parar por aqui
vamos promover militância
e mostrar para o Brasil
que os jovens têm importância
para finalizar
trago uma ótima idéia
de participarmos dos territórios
lutando por nossos ideais
e mostrando que com coletividade
a democracia se faz.
Impoeiras, Pão de Açúcar – AL, 30 de outubro de 2010
Oscar Alan Gomes dos Santos
6 de novembro de 2010
Lançamento do Livro Fotográfico "O Rio São Francisco e as Águas no Sertão"
Sobre a enquete
Nazaré voltou da terra do frio, chegou da Noruega
Nazaré, nossa educadora popular jovem, que trabalhou em formação com os agentes culturais, retornou da Noruega. Lembram, ela foi lá pelo fato de termos um projeto que se inicia em 2011 e seguirá até 2015 para a afirmação dos direitos da juventude, direito à cidade e promoção de ações para a mitigação e reparação dos efeitos das mudanças climáticas. O projeto é para ser desenvolvido articulando Salvador, Paulo Afonso e Delmiro Gouveia, mais os seus entornos. Nazaré chegou dia 29 de outubro e no dia 31 votou na Dilma...
O que você achou da ida à Noruega?
Lá foi muito bom. A última palestra foi para duas turmas de 400 jovens. Teve gente que saiu muito comovida, até chorou. Todo mundo dizia que valia muito apoiar um projeto como este nosso.
O que você fez no Dia de Trabalho (OD em norueguês é abreviação de dia de trabalho)?
O grupo que estava saiu cantando pelas praças de Oslo. O pessoal contribuía com a gente. Chovia muito e fazia um frio danado. No meio da chuva quase nem sentia mais minha mão, estava congelando... Foi muito bom, até com este frio.
Que avaliação você tira da experiência?
A avaliação que fizemos lá teve um ponto pesado: eles chamaram gente que não era do Brasil para falar do Brasil, e a gente lá... Também teve pouca participação para conhecer os nossos projetos... Porém, o conjunto das coisas foi muito bom.
12 de outubro de 2010
Manifesto da Via Campesina em favor de Dilma.
A reportagem é de Maria Inês Nassif, publicada no jornal Valor, sob o título "Via Campesina arma contraofensiva".
O outro documento está sendo preparado por grupos progressistas da Igreja Católica e protestante, para se contrapor à ação de setores religiosos que, às vésperas do primeiro turno, fizeram campanha anti-Dilma e anti-PT, sob o argumento de que candidata e partido eram "abortistas".
A nota que será oficializada pelos movimentos sociais, ao fazer uma análise do primeiro turno das eleições, chega à conclusão de que os setores sociais progressistas tiveram vitórias, não apenas nas eleições parlamentares "e na reeleição de governadores progressistas", mas com a derrota eleitoral de Yerda Crusius (PSDB), no Rio Grande do Sul, que manteve um governo de "criminalização dos movimentos sociais". Não poupou críticas a nenhum dos candidatos à Presidência - à Dilma, pela falta de debate de projetos que interessam efetivamente à população, e à Serra, "pelo baixo nível de sua campanha presidencial". "A biografia do candidato já é a maior derrotada nessas eleições", diz a nota.
Em relação a Marina Silva, candidata do PV no primeiro turno - que tem uma histórica ligação com os movimentos sociais -, o documento foi implacável. "Quanto à candidatura de Marina Silva, cumpriu o objetivo a que se propôs: o de provocar um segundo turno nessa campanha eleitoral. O tempo dirá se o seu êxito serviu para fortalecer a democracia ou foi utilizado para que as forças conservadoras retornassem ao poder."
O documento articulado pela Via Campesina reitera sua posição de autonomia em relação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, cujos avanços "foram insuficientes, em que pese os acertos de sua política externa". O candidato do PSDB, José Serra, todavia, é colocado como "inimigo das bandeiras de luta" populares, pela sua atuação à frente do governo paulista e pelos oito anos dos governos tucanos deFernando Henrique Cardoso. "Pelo caráter antidemocrático e antipopular dos partidos que compõem a sua (de Serra) aliança eleitoral e por sua personalidade autoritária, estamos convictos que uma possível vitória sua (de Serra) significará um retrocesso aos movimentos sociais e populares em nosso país e para as conquistas democráticas no continente, e maior subordinação ao império estadunidense", justifica o documento.
Até agora, aderiram a essa posição a Via Campesina, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), o Sindicato dos Engenheiros do Paraná, a Marcha Mundial das Mulheres, o Centro de Estudos Barão de Itararé e a Uneafro. Segundo fonte envolvida nessas articulações, correntes do PSOL e movimentos ambientalistas ligados à Marina mostraram interesse em aderir ao movimento, mas devem esperar posição de seus partidos.
O documento é o primeiro passo de uma estratégia de mobilização dos setores sociais em favor de Dilma. O segundo momento é o envolvimento das bases dos movimentos na campanha do segundo turno, em favor de Dilma. Ainda assim, apesar da adesão à petista, os movimentos reiteram "a autonomia política frente aos governos".
10 de outubro de 2010
Entrevista com Maria Nazaré, em viagem para a Noruega
Maria Nazaré, de Paulo Afonso, irá representar os jovens de KOINONIA na Noruega
Olá, meu nome é Nazaré, tenho 20 anos de idade, morei na área rural de Paulo Afonso ate meus 18 anos. Em outubro de 2008 meus pais faleceram e eu fui morar na cidade (área urbana),
Iniciei participando dos projetos sociais aos meus 14 anos, com a pastoral da criança, e através dela conheci outras instituições como KOINONIA que atua no sub-medio São Francisco juntamente com o Pólo Sindical. Na pastoral da criança eu era líder comunitária acompanhava voluntariamente o desenvolvimento de cada criança, para diagnosticar casos de desnutrição. Em 2007, participei do curso de agentes culturais e jovens rurais, em seguida participei do curso de formação para monitores onde eu aprendi como trabalhar com os jovens, no ano seguinte eu fui monitora deste, foi uma experiência única poder trocar conhecimentos com outros jovens.
Essa experiência em minha vida foi gratificante, pois eu tive a oportunidade de conhecer a realidade de outros jovens.
Estou muito ansiosa para conhecer a todos um abraço e até breve.
9 de outubro de 2010
Outubro: mês das crianças
Sem Terrinhas fazem jornada por escolas do campo no mês das crianças
Por Vanessa Ramos e Meire Cardoso
Da Página do MST
Está chegando o dia 12 de outubro e a criançada fica ansiosa, louca por presentes. Não importa em que dia da semana será comemorado o tradicional Dia das Crianças, a data é sempre motivo de muita festa e de diversão. Certo? Mas não é só isso.
Para as crianças Sem Terrinha, filhos de acampados e assentados do MST, o Dia das Crianças é muito mais que ganhar presentes.
O mês de outubro é, principalmente, referência de luta das crianças, quando fortalecem a identidade da criança Sem Terra e realizam uma grande festa, onde também trocam experiências culturais.
Por isso, desde 1994, o MST promove atividades com os Sem Terrinha.
Entre na página especial da Jornada Sem Terrinha
“A criança Sem Terrinha vem ocupando e construindo a sua organização no processo de luta do MST e sua identidade vai sendo forjada. Creio que um Sem Terrinha é uma criança organizadora, decidida, com personalidade e que não tem vergonha de dizer que está na luta para ter a terra”, afirma Márcia Mara Ramos, do setor de educação do MST.
A seguir, leia a entrevista concedida à Pagina do MST.
Qual é o objetivo da jornada das crianças do MST neste ano?
A jornada Sem Terrinha tem buscado dar conta de alguns objetivos gerais, embora cada Estado realize o encontro de acordo com a sua realidade. Mas, de um modo geral, o que buscamos é realizar uma grande festa de socialização das experiências educativas e culturais das crianças, com isso valorizar a organização dos Sem Terrinha nos acampamentos e assentamentos e assim fortalecer a identidade Sem Terra. E ao mesmo tempo, os encontros têm como objetivo negociar com as autoridades locais e estaduais as demandas de escola, espaços de lazer para as crianças e infraestrutura geral nos assentamentos.
Que temas serão debatidos?
A jornada mantém o tema “Por escola, Terra e Dignidade”, que continua muito atual. A luta por escola é uma necessidade permanente, dado que muitas escolas estão sendo fechadas no campo. Muitos de nossos assentamentos não têm escolas. E os que têm a infraestrutura é precária e com o atendimento somente nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Quantos estados e crianças vão participar dessa atividade neste ano?
Em geral, todos os estados se mobilizam de alguma forma nessa data. No momento temos informações de 18 estados que vão realizar os encontros, reunindo 12 mil crianças em todo o Brasil. Mas acreditamos que esse número pode ser ainda maior, sentimos muita animação com a jornada.
Por que o MST promove a jornada dos Sem Terrinhas?
A Jornada Nacional dos Sem Terrinha foi sendo construída ao longo da historia do MST com a participação permanente das crianças na luta pela terra, demarcando o território na luta pelo direito à escola desde o acampamento ao assentamento e assim construindo a identidade de Sem Terrinha.
A jornada é organizada a partir dos Encontros de Sem Terrinha nos Estados, com ações locais, regionais e estaduais, mas tem caráter nacional. Os encontros são espaços de socialização de conhecimentos, de brincadeiras, de reivindicação e de muita festa, alegria e compromisso que são firmados diante esse coletivo de crianças.
E esse espaço para as crianças é muito importante. Lembro do Sem Terrinha Luciano, de Pernambuco, por exemplo, que quando participou pela primeira vez do encontro relatou que tudo era muito bonito, que nunca tinha visto tanta criança junta e que iria continuar lutando porque era Sem Terrinha e tinha orgulho disso. É dessa forma as crianças que participam se comprometem com a Jornada Nacional dos Sem Terrinha.
Assim, a Jornada Nacional é um espaço de brincar, socializar, “arquitetar” planos e fazer um grande encontro de reivindicação, diante dos poderes públicos exigindo a efetivação dos direitos da criança e do adolescente.
Como surgiu a ideia de criar uma jornada de crianças?
O MST, sendo um movimento camponês, não surge para pensar a criança especificamente. Mas a realidade concreta da luta pela terra foi colocando para o movimento a necessidade de ter escolas dentro dos acampamentos e assentamentos.
É nessa realidade que o trabalho com as crianças no movimento vai sendo construído. A necessidade de ter uma escola que não seja discriminadora, que permita que as crianças sejam críticas e possam falar, ter opiniões que respeitem a sua luta levou o MST a discutir com as crianças sobre os seus direitos.
E daí, a organizar idas até as prefeituras, secretarias de Educação para colocar os problemas cotidiano da vida coletiva das crianças Sem Terra, como a falta de assistência médica, falta de escolas, transporte escolar, estradas, merenda escolar e tantas outras reivindicação que estão na pauta nos dias de hoje. A criança no MST está sempre na luta.
Como se constrói a identidade dos Sem Terrinha?
A criança Sem Terrinha vem ocupando e construindo a sua organização no processo de luta do MST e sua identidade vai sendo forjada. Creio que um sem terrinha é uma criança organizadora, decidida, com personalidade e que não tem vergonha de dizer que está na luta para ter a terra, ou que mora no assentamento.
Os Sem Terrinha são crianças da classe trabalhadora que tem um espaço de criação, de reflexão, de brincadeiras e de muita seriedade. As crianças Sem Terrinha têm, nesse lugar, a referência para sua vida, sabem que a ocupação da terra que deu origem ao seu território é necessária para que outras crianças no Brasil tenham casa, terra e dignidade e possam se encontrar para brincar e crescer. Como disse o Tiago, uma criança de 11 anos: “Sou Sem Terra, sou da terra, vou ter casa, vou crescer, vou ter asa, correndo e pulando”.
Qual o papel da infância no MST?
É um desafio pensar a infância na perspectiva de um projeto de emancipação humana. O MST fazendo a luta pela terra no Brasil vai constituindo um lugar para a criança Sem Terra como sujeito que vai aprendendo a lutar e a construir junto com a comunidade do acampamento e assentamento. Uma das grandes conquistas das crianças Sem Terrinha é ter desafiado o próprio movimento a produzir um Jornal e uma Revista das Crianças Sem Terrinha.
Confederação Latinoamericana de Operários e Camponeses reúne jovens
II Assembleia de Jovens da CLOC teve início hoje |
Sex, 08 de Outubro de 2010 18:22 | |
|
6 de outubro de 2010
Começarão novos Cursos de Agentes Culturais no Submédio São Francisco em outubro
Entrevista do assessor de KOINONIA, Jorge Atilio, no Conexões Futura
28 de setembro de 2010
1ª etapa na Tapera aconteceu 25 e 25 de setembro
Curso de Agentes Culturais Jovens Rurais
19 de setembro de 2010
Tem mais crianças trabalhando na agricultura, no Brasil também
Adital -
Segundo a OIT, existem cerca de 217,7 milhões de crianças, com idade entre cinco e sete anos, envolvidas no trabalho infantil no mundo inteiro, sendo que mais da metade delas se encontram em condições perigosas de trabalho.
No topo da lista de continentes e regiões que apresentam maior volume de crianças trabalhando está a Ásia e o Pacífico, com mais de 122 milhões de menores sendo explorados no mercado de trabalho. Em último lugar aparece a América Latina e Caribe com 5,7 milhões de crianças trabalhadoras.
O estudo revelou ainda que o segmento que mais utiliza a mão de obra infantil é o agrícola, onde é registrada a presença de 69% das crianças que trabalham no mundo. Outros 22% estão no setor de serviços e 9% na indústria.Muitas crianças latino-americanas se encontram ocupadas no setor agrícola e no setor de serviços. Em Belize, 65% do total de crianças trabalhadoras estão na agricultura e 27,8% no setor de serviços. Enquanto a Nicarágua tem 58,7% e 30,9%; Brasil tem 58,7% e 33,5%, El Salvador 53,2% e 30,7%, Panamá 66,1% e 31,2%, Honduras 59,1% e 28,5%, e a Guatemala têm 62,6% das crianças atuando na agricultura e 23,4% nos serviços.
É importante destacar o perigo das atividades agrícolas para crianças, uma vez que este serviço envolve o manuseio de ferramentas afiadas, máquinas elétricas e o uso de substâncias químicas, como fertilizantes e pesticidas.
Segundo análise da OIT, as intensas atividades domésticas afetam a vida de crianças e adolescentes da mesma maneira que outros tipos de trabalho. E é exatamente o trabalho doméstico que consome boa parte do tempo dos menores de 14 anos em diversos países da América Latina, como é o caso da Nicarágua, que tem 92,9% das crianças entre cinco e 14 anos envolvidas nos serviços domésticos. Em Honduras o percentual é 79,8%, na Colômbia, 72,1%, em Belize 68,2%, no Panamá 65,2% e El Salvador 62,3%.
Na América Latina, a maioria das crianças está trabalhando para ajudar suas famílias e não recebem nenhuma remuneração pelo trabalho. As meninas acabam sendo as mais prejudicadas, já que constituem a população mais vulnerável, devido às normas patriarcais, sociais e culturais ainda predominantes na região.
Pior forma de trabalho infantil
Entre as piores formas de trabalho infantil estão: exploração sexual comercial, tráfico de meninas e meninos para trabalho ou exploração sexual, uso de crianças em conflitos armados e o uso de crianças no comércio de drogas. Vale salientar a dificuldade em se combater o envolvimento dos menores nessas atividades, já que elas estão ligadas ao crime organizado.
Para tentar transformar essa realidade, o Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil- IPEC, da OIT, está desenvolvendo um modelo de intervenção específico para essa situação. O IPEC promove a erradicação do trabalho infantil na agenda de integração econômica regional latino-americana, assim como nas declarações e acordos regionais.
A sensibilização para as questões ligadas ao trabalho infantil nas políticas e programas governamentais na América Latina, especialmente aqueles relacionados à erradicação da pobreza e educação, tem sido e continuarão sendo um foco importante do trabalho do IPEC.
Fonte: www.adital.com.br
Marcha Global contra o trabalho infantil e em favor da educação das crianças e adolescentes
Adital -
A ideia é, no marco das atividades da Cúpula, entregar uma petição ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) solicitando mais visibilidade para a questão do trabalho infantil nas discussões do evento. Para isso, a Marcha pede o estabelecimento dos indicadores de trabalho infantil para cada um dos ODMs e a incorporação da erradicação da exploração laboral de crianças e adolescentes nos Objetivos do Milênio.
"A existência constante do trabalho infantil constitui um obstáculo para a conquista dos ODMs e, sem conquistar os ODMs, não se pode erradicar o trabalho infantil. Os objetivos de desenvolvimento para conquistar os ODMs e erradicar e prevenir o trabalho infantil estão intimamente ligados e, apesar disso, o trabalho infantil segue sendo um nono ODM invisível", alerta a Marcha.Outras demandas são: a assinatura de recursos adequados para erradicar e prevenir todas as formas de trabalho infantil; o fortalecimento dos programas de desenvolvimento; e a vinculação do processo de monitoramento e revisão dos ODMs com o Plano de Ação para conseguir a erradicação das piores formas de trabalho infantil para 2016.
"Ainda que não esteja mencionado explicitamente nos oito Objetivos, a erradicação do trabalho infantil é, no entanto, tão crítica quanto os outros e vai para lá dos temas de todos eles. Enquanto milhões de meninos e meninas se veem obrigados pela pobreza e outras circunstâncias a situações de trabalho explorador, então o número daqueles que estão fora da escola seguirá crescendo", considera.
Cúpula dos ODMs
Entre os dias 20 e 22 de setembro, representantes de Estados Membros da ONU estarão em Nova Iorque, Estados Unidos, para a Reunião Plenária de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Convocado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o encontro terá o objetivo de acelerar os avanços para a conquista dos ODMs até 2015. "Nosso desafio atual é acordar uma agenda de medidas para conquistar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio", disse.
A Cúpula consistirá em seis reuniões plenárias, duas a cada dia. Simultaneamente, acontecerão seis mesas redondas sobre os temas: "O problema da pobreza, da fome e da igualdade entre os gêneros"; "Cumprimento dos objetivos em matéria de saúde e educação"; "Promoção de desenvolvimento sustentável"; "Questões incipientes e evolução dos enfoques"; "Atenção às necessidades especiais dos mais vulneráveis"; e "Ampliação e fortalecimento das associações de colaboração".
Para assinar a petição da Marcha Global contra o Trabalho Infantil, acesse:http://www.globalmarch.org/
FONTE: www.adital.org.br
14 de setembro de 2010
Curso de Formação de agentes culturais, em Delmiro, 2010
Festa da Colheita, Coppabacs, Delmiro, 2010
CONVITE
Companheiros e companheiras
A COPPABACS vem por meio Deste, convidar cada agricultor e cada agricultora sócia dos Bancos Comunitários de Sementes e cooperados e parceiros da coppabacs, a participar de mais uma FESTA DA COLHEITA. Estaremos comemorando a colheita da safra de 2010 e debatendo sobre os avanços e desafios enfrentados neste último ano.
A festa da colheita já é uma festa tradicional dos bancos de sementes, é nela que reencontramos os amigos e fazemos novos, trocamos sementes, informações entre outras coisas que partilhamos.
Sua Participação é de fundamental importância, não deixe de participar, tragam os jovens, as crianças, a esposa o esposo, afinal esta é uma festa da família coppabacs.
Lembrando que a festa é um momento de partilha, com inicio as 9hs da manha com a celebração as 12 a tradicional feijoada encerrado com um forro Pé de serra e a banda galopear.
venha nos prestigiar, Esperamos por você.
LOCAL: DELMIRO GOUVEIA – COPPABACS
DATA: 19/09/2010
HORÁRIO: 09: 00 AS 17: 00
Delmiro Gouveia, AL, 04 de agosto de 2010.
13 de setembro de 2010
Sintia Verônica, informa, sobre o curso em Rodelas, Bahia
Ações do governo federal no Território de Itaparica em 2010
Ações do Governo Federal 2010
Matriz Federal de Ações
Este conjunto de ações está sendo executado pelo Governo Federal neste Território em 2010.
Total para este território: R$ 169.337.318,26
Total de ações: 105
direitos e desenvolvimento social
1 Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) 1 Mutirões Realizados R$ 27.670,002 Programa Bolsa Família - Benefício Bolsa Família 36.512 Famílias Atendidas R$ 43.368.739,223 Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social à Pessoa com Deficiência 4.628 Pessoas com Deficiência Atendidas R$ 28.094.108,004 Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social à Pessoa Idosa 2.407 Pessoas Idosas Atendidas R$ 14.614.641,005 Serviço Socioeducativo do PETI 3.588 Crianças e Adolescentes Atendidos R$ 1.077.300,006 Programa Bolsa Família - Índice de Gestão Descentralizada 13 Municípios Atendidos R$ 785.736,227 Programa de Atenção Integral à Família 29.000 Famílias Referenciadas R$ 626.400,008 Centros de Referência Especializados de Assistência Social - CREAS 400 Pessoas Atendidas R$ 509.616,00