23 de maio de 2012

1° Etapa do Curso de Agentes Culturais Jovens Rurais em Ouro Branco-Al!

 No último fim de semana (19 e 20 de maio de 2012), aconteceu a 1º etapa do curso de Agentes Culturais Jovens Rurais realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, através da secretaria de jovens em parceria com a Prefeitura Municipal de Ouro Branco, Koinonia Presença Ecumênica e Serviços e pela Secretária Municipal de Agricultura local, o curso teve 21 participantes,  sendo 14 mulheres e 07 homens, um grupo muito misto em relação ao município, com participação de várias comunidades rurais e também da zona urbana... Jovens que logo espalharam alegria e força de vontade, isso motivou ainda mais os facilitadores, dentre eles: classificados como monitoras: Gildete e Edilânia e equipe de apoio: Renata Kely, Edjane, Erisvaldo e Antonys Pedro (todos ex-cursistas do curso). Aconteceu na sede do referido sindicato, planejado por toda equipe. Um dos principais objetivos dessa 1° etapa foi multiplicar diversos temas, que poderia ser sugestão dos participantes como ação cultural, “que será realizada por eles após a 2° etapa”, que também foi um tema muito discutido durante o curso, citando alguns desses temas abordados, que julgam realidades como: Padrss (Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário), Luta do MSTTR, Desertificação e  Convivência com o Semiárido, ainda é possível lembrar a forma de como foi passado todo conteúdo do curso essa equipe se empenharam muito em fazer e em um fazer diferente, buscando formas de fazer e acontecer mais um fazer divertido e diversificado, que resultou bastante no que se diz querer alcançar, pelo empenho, porém feito com muito esforço por eles... Também se faz lembrar da turma dos cursistas  que se destacaram muito, uma turma muito bem escolhida no que se diz afirmar, pelas ações dos próprios, seja nos seus trabalhos, em suas falas e até mesmo em algumas lágrimas, que já deixou gostinho de saudades, e que volta em breve.Não poderia esquecer de agradecer á toda diretoria do sindicato pelo empenho e também  por acreditar e aceitar o desafio dessa turma, a Kellon que também esteve com a gente e nos apoio nos momentos que precisamos e a Koinonia que foi quem iniciou toda conversa sobre o curso e que também nos apóia!
Essa turma está fazendo história!
Até mais!
Por: Edjane e Renata- Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Ouro Branco-Al.

21 de maio de 2012

Seminário Nacional de Juventude Rural

Hoje dia 21 de maio de 2012 começa em Brasília - DF o 1º seminário Nacional de Juventude Rural e Políticas Públicas. Lá os jovens terão oportunidade de debater sobre as políticas públicas para a juventude, sobretudo para a juventude rural do brasil.

tenho que o debate será de muita qualidade, pois temos participando no seminário entidades muito comprometidas com o desenvolvimento rural sustentável, como é o caso da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura - CONTAG, Pastoral da Juventude Rural - PJR (Igreja), entre outras.

Oscar Alan Gomes dos Santos

18 de maio de 2012

Reunião da Comissão Estadual de Jovens da FETAG/AL



No dia 15 de maio do corrente ano, aconteceu a reunião da Comissão Estadual de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais da FETAG/AL, onde na orportunidade debatemos alguns pontos inerentes a estratégia de desenvolvimento rural sustentável, sobretudo para a juventude rural.
Falamos, na reunião sobre as ações desenvolvidas nos pólos sindicais pelos coordenadores de jovens, sobres as dificuldades e também sobre as estratégias para melhorarmos.
uma das ações realizadas, lembrada pelo jovem rural Oscar Alan foi o Curso de Formação de Agentes Culturais Jovens Rurais, onde outros jovens (Deraldo Maciel, Damião Matos, Thiago do Sindicato) reafirmam a existência e a importância do curso, principalmente na facilidade do mesmo em preparar os jovens politicamente para aasumirem espaços estragégicos e implementar o modelo de desenvolimento ou seja o Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário. Enfim  falomos que o curso tem o objetivo de deixar os jovens autônomos e estimular os mesmos na participação social.

Com isso os demais jovens da comissão tiveram a ideia de anpliar o curso realizando-o em todos os pólos sindicais de alagoas. A comissão debateu, refletiu, ansilou e, por fim entendeu que é possível e favorável ao movimento esssa extensão do curso, ficando, então, aprovado a proposta de realizar a formação nos demais pólos sindicais de alagoas, sendo que a primeira formação foi pré-definida para acontecer no polo sindical do Agreste, na Cidade de Arapiraca.


Reunião da Comissão de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais - CETTR da FETAG/AL


Oscar Alan Gomes dos Satos
Membro da CETTR Representando o Pólo Sindical da Bacia Leiteira.
Secretário de Jovens do STTR de Pâo de Açucar
Coletivo de Jovem do Sertão de Alagoas
Colegiato Territorial da Bacia Leiteira de Alagoas
Rede de Jovens do Nordeste

9 de maio de 2012

Postadores

Nestes anos, Oscar, Tati, Quiterinha, Sintia Verônica, Risonha, Ingride, Thiago e tantas e tantos jovens que blogaram e blogaram e blogaram. Parabéns! 5 anos!

399 visitas aos desenhos de Elinete




Desenhos feitos por Eliete Lourenço da Silva
Itacuruba / PE

29 de maio: 5 anos do Palavra de jovem Rural.

A primeira postagem do Blog Palavra de Jovem Rural foi em 29 de maio de 2007. Nestes 5 anos, recebemos 10 136 visitas. Queremos agradecer a todos os jovens e apoiadores de jovens rurais que têm visitado a página. Ela tem noticiado, sobretudo, as ações que os jovens rurais do semi-árido, sobretudo os vinculados ao Pólo Sindical das Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais do Submédio São Francisco, que vivem em cidades da Bahia e de Pernambuco; assim como jovens do semi-árido alagoano, articulados ao redor da Cooperativa de Bancos Comunitários de Sementes (Coppabacs), em cidades como Delmiro Gouveia, Pão de Açúcar, São José da Tapera, Senador Rui Palmeiras, Piranhas, olho d' Água das Flores, Água Branca, dentre outras. Seria muito bacana se jovens dessas regiões postassem comentários para comemorar esses primeiros cinco anos do Palavra de Jovem Rural.

Pois é,


Conversa sobre Segurança Alimentar e Água: ASA



http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3CH2Z7IQa78

29 de março de 2012

Notícia do site do MST sobre Levante da Juventude


Levante da Juventude faz protestos contra torturadores em 7 estados

26 de março de 2012

Da Página do Levante da Juventude
Jovens organizados pelo movimento Levante Popular da Juventude promoveram protestos em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belém e Curitiba , nesta segunda-feira (26/3) contra agentes da ditadura militar que torturaram, mataram, perseguiram militantes e pela instalação da Comissão da Verdade.
Os jovens fizeram uma ação tradicional na Argentina e no Chile chamada de “escracho”, quando são realizados protestos para denunciar a participação de agentes dos regimes autoritários em perseguições, torturas e assassinatos. No Brasil, os jovens apelidaram a ação de esculacho.
As manifestações denunciam que agentes da repressão continuam impunes, apoiam a instalação da Comissão da Verdade e exigem a apuração e a punição dos crimes cometidos durante a Ditadura Militar.
A Comissão da Verdade tem como objetivo esclarecer situações de violação aos direitos humanos, ocorridas entre 1946 e 1988, como tortura, morte e ocultação de cadáveres. O órgão deve identificar os responsáveis pelas violações. Os jovens apoiam a presidenta Dilma a indicar os sete conselheiros que coordenarão os trabalhos.

As ações
Em São Paulo, cerca de 150 jovens realizaram um protesto contra o torturador David dos Santos Araújo, o Capitão "Lisboa", em frente a sua empresa de segurança privada Dacala, na Zona Sul da cidade de São Paulo. Ele é assassino e torturador, de acordo com Ação Civil Pública do Ministério Público Federal. A ação registra o seu envolvimento na tortura e morte de Joaquim Alencar de Seixas. Em agosto de 2010, o Ministério Público Federal ingressou com ação civil pública pedindo o afastamento imediato e a perda dos cargos e aposentadorias do delegado da Polícia Civil paulista pela participação direta de atos de tortura, abuso sexual, desaparecimento forçados e homicídios em serviço e nas dependências de órgãos da União.
No Rio de Janeiro, a juventude realizou ações contra David dos Santos, em frente à filial da empresa Dacala. Cartazes com escritos “levante contra tortura” foram fixados na porta da empresa. Ao mesmo tempo, outros integrantes do Levante penduraram uma faixa nos Arcos da Lapa com os dizeres “Levante-se contra tortura: em defesa da comissão da verdade”, enquanto outro grupo fazia panfletagem em frente ao Clube Militar.
Em Belo Horizonte, 70 jovens participaram da ação de escracho em frente à residência do torturador Ariovaldo da Hora e Silva, no bairro da Graça. A manifestação contou com faixas, cartazes e tambores, além de distribuírem cópias de documentos oficiais do DOPS, contendo relatos das sessões de tortura com a participação de Ariovaldo, para informar a população do currículo do vizinho.
Ariovaldo foi investigador da Polícia Federal, lotado na Delegacia de Vigilância Social como escrivão. Delegado da Polícia Civil durante a ditadura, exerceu atividades no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) entre 1969 e 1971, em Minas Gerais. Na obra Brasil Nunca Mais (Projeto A), ele é acusado de envolvimento na morte de João Lucas Alves e de ter praticado tortura contra presos políticos. Foram suas vítimas Jaime de Almeida, Afonso Celso Lana Leite e Nilo Sérgio Menezes Macedo, entre outros.
Em Porto Alegre, 100 jovens fizeram um ato pela manhã em frente à casa do Coronel Carlos Alberto Ponzi, ex-chefe do Serviço Nacional de Informações de Porto Alegre e um dos 13 brasileiros acusados pela Justiça Italiana pelo desaparecimento do militante político Lorenzo Ismael Viñas em Uruguaina (RS), no ano de 1980.
No Ceará, cerca de 80 pessoas realizaram a ação em frente ao escritório de advocacia do ex-delegado da Polícia Federal em Fortaleza (CE), José Armando Costa, localizado no bairro da Aldeota.
José Armando Costa foi delegado da Polícia Federal em Fortaleza no início da década de 70. À época, presos políticos relataram à Justiça Militar que a tarefa do delegado era fazer interrogatórios logo após as sessões de tortura e coagia-os a assinar falsos depoimentos sob ameaça. Costa aparece nos depoimentos de ao menos cinco ex-presos políticos torturados no Ceará, contidos no projeto Brasil Nunca Mais, da Arquidiocese de São Paulo.
Em Belém, cerca de 80 jovens realizaram o esculhacho no prédio do torturador e apoiador da ditadura militar Adriano Bessa Ferreira. Entregaram um manifesto à população convocando a sociedade a se posicionar em defesa da Comissão Nacional da Verdade e contra os torturadores.
Adriano Bessa atuou como delator de atividades de militantes que lutavam contra a ditadura. Seu nome consta de listas da extinta Comissão Geral de Investigações (CGI), criada para “apurar atos de corrupção ativa e passiva ou contrários à preservação e consolidação da Revolução Brasileira de 31 de março”. Além de ter prestado serviço militar, fez carreira no setor financeiro. Foi presidente do Banco do Estado do Amazonas, da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belém e gerente de agências bancárias. Foi também professor da Universidade Federal do Pará.
Em Curitiba, aconteceu um ato público na Boca Maldita, centro da capital paranaense, para denunciar os assassinatos, torturas e violações de direitos humanos na Ditadura Militar. Entre os denunciados está o tenente Paulo Avelino Reis, citado como torturador em documentos do Grupo Tortura Nunca Mais.
Levante Popular da Juventude
O Levante Popular da Juventude é um movimento social organizado por jovens que visa contribuir para a criação de um projeto popular para o Brasil, construído pelo povo e para o povo. Não é ligado a partidos políticos.
Com caráter nacional, tem atuação em todos os estados do país, no meio urbano e no campo. Se propõe a articular jovens, militantes de outros movimentos ou não, interessados em discutir as questões sociais e colaborar para a organização popular. Tem como objetivo propiciar que a juventude tome consciência da sua história e da realidade à sua volta para transformá-la.
O Levante organiza a juventude para fazer denúncias à sociedade, por meio de ações de Agitação e Propaganda. Não há bandeiras previamente definidas. A luta política se dá pelas pautas escolhidas pelos próprios militantes, que realizam atividades de estudo e debates, sistematicamente, por todo o país.